QUEM SOMOS NÓS?

QUEM SOMOS NÓS?

Nós somos um grupo de jornalistas, ciêntistas, políticos, sociedade cívil e a Voz de sem Vozes, que pretendem transmitir através o mundo, o grito de um Povo sequestrado e oprimido de Angola e do mundo em particular.

Obviamente as forças económicas e políticas devem poder exprimer-se livremente, assim como as rádios e televisões. Os cidadãos têm o direito de informar e de serem informados, sobre a situação sócio-política, económica e cultural da sua nação.

Achamos que a informação deve ter fontes multíplas e essencialmente independentes dos poderes políticos e das forças económicas. Fazem parte desta independência, os jornais, a rádio, as televisões, os portais (web), os diferentes espaços sociais, assim como as instituições de sondagem e as instituições estatistícas.

Toda concentração da propriedade da mídia é combatida pela força pública. Por isso, as mídias de informação devem ser livres, politicamente e economicamente.    

A violação da liberdade de imprensa e dos direitos humanos em Angola e no mundo em particular, obrigaram-nos reunir as nossas forças, o nosso conhecimento, a nossa inteligência e a nossa sabedoria para difundir uma informação credível, honesta e imparcial.

Aviolação da liberdadede imprensa éa bolado assassino que pretende matarum jornalista investigador, para intimidar e silenciarseus colegas.Estabatida da portapela parte da polícia,basta perguntar a umrepórter sobre as suas fontesou colocarna prisão, com ou sem um julgamento justo.Éuma legislação restritiva, o que coloca a escolhaeditorialnas mãos doscensores ejuizados especiais.

A Diáspora Angolana monitora as acções de violência em cooperação com as organizações internacionais dos direitos humanos e de defesa as liberdades através o mundo, para todos cidadãos do planeta pertinente.

A nossa vocação é de informar e desenvolver acções multíplas e concretas a nível internacional para melhorar a segurança e a protecção dos jornalistas e trabalhadores da mídia em Angola e através o mundo.

A Diáspora Angolana engaja-se para informar e defender a liberdade de imprensa através do desenvolvimento de activistas cívicos e sindicais para os direitos e o melhoramento das condições de vida e de  trabalho dos jornalistas em Angola.

Não pode haver liberdade de imprensa onde os jornalistas estão sujeitos a condições de pobreza, corrupção e submetido ao medo, ameaças, torturas e morte.  

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